"Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse"
Martin Niemöller.
Assisti, no site da TV Câmara, a excelente entrevista que os jornalistas Leandro Fortes (Carta Capital) e Jailton de Carvalho (O Globo) deram a Paulo José Cunha, da TV Câmara, no programa Comitê de Imprensa. Recomendei o link na internet a alguns amigos. Não sei se deu tempo de ver. Irritado com as críticas feitas a ele, o supremo ministro ligou para o presidente da câmara, Michel Temer, e mandou tirar o link do programa da página da internet e as reprises da programação da Tv Câmara. E o presidente da câmara obedeceu, tirou o link e o programa do ar!
O ministro Gilmar Mendes, que chama o presidente “às falas” e defende sistematicamente banqueiros ladrões, que participa ativamente da armação dos grampos fajutos, agora se vê no direito de censurar jornalistas.
Até quando teremos que agüentar este coronel do judiciário? Seus colegas de Supremo não se envergonham de ver este Mussolini de toga jogar na lama a imagem do Tribunal? Até quando a sociedade brasileira vai agüentar este fanfarrão?
Fora Gilmar Mendes!
Jorge Furtado
Porto Alegre, 20 de março de 2009.
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